domingo, 26 de junho de 2011

Etiqueta Corporativa - dicas rápidas

Olá pessoal,

O assunto é profundo, mas vamos a dicas rápidas, só para iniciarmos a conversa:

Seguem algumas dicas interessantes:

- Pontualidade é ponto de honra, se for atrasar avise antes e se atrasar apenas desculpe-se, sem criar uma novela ou romance para justificar seu atraso, mas não se esqueça, atraso tem ponto negativo, para sua imagem e consequentemente para seu produto e sua empresa.




- Roupas discretas, sem modismos, nada muito justo, nada muito folgado, sem exibição de dotes físicos, exibição (principalmente de dotes físicos) em ambiente profissional não é de bom tom e as vezes beira a vulgaridade, na dúvida, tons sóbrios e o preto básico, não tem erro. 




- Tenha sempre cartões profissionais disponíveis, deixe na carteira, no bolso, na bolsa, entregue-os sem economia.


- Porta aberta não significa "entre", sempre "se anuncie" e peça licença para entrar. Pare à porta, sorria, peça licença. Ao ser autorizado entre, cumprimente com um "bom dia" ou expressão adequada para o horário, e só se sente se for convidado .



- Ao conversar olhe de frente seu interlocutor, sem postura desleixada ou largada. 




- Aprenda a ouvir mais do que falar e quando falar seja objetivo.




- Não se distraia durante a conversa, mantenha o foco, no meio de uma reunião não comece a falar de pescaria, dos filhos...


- Postura: não cruze os braços, não se sente de qualquer jeito jogando o corpo na cadeira (mesmo se estiver cansado), como também não se sente na beirada da cadeira. Ao sentar-se esteja bem acomodado, porém ereto e de forma adequada e respeitosa.

- Higiene pessoal é fundamental em qualquer lugar: unhas aparadas, cabelos cortados e bem cuidados, perfumes aplicados de forma discreta sem impregnar o ambiente são fundamentais para o homem.
Para as mulheres o essencial é o cuidado com roupas justas, decotes fartos, excesso de perfumes, acessórios e maguiagem, lembre-se da elegancia e da discrição, voce não está em uma festa com os amigos, ou mesmo passeando no final de semana. 

- Não interrompa uma conversa se voce não está participando diretamente dela e se interromper, não atropele o interlocutor, não fale junto com a outra pessoa, espere-a terminar, peça com licença e coloque seu ponto de vista. Nada pior que alguém que não tem nada a ver com a conversa, entrar atropelando falando como um papagaio. Pior que isso só os que falam gritando ou que acham que estão em uma roda de amigos, soltando altas gargalhadas. 

- Ter etiqueta e ser educado é principalmente relacionar-se bem com todos: porteiro, segurança, seus colegas, a alta direção... já ví casos de profissionais que só cumprimentavam chefes e diretores e trabalhadores de outra função não. Etiqueta é ligado diretamente a educação e a berço, e ser educado é respeitar a todos ao redor e relacionar-se bem com todos, indiferente de suas posições profissionais. 

Um abraço, 

Abraços, 

Mercadologia ou se preferir Inteligencia de Mercado


Olá pessoal,     


As técnicas mercadológicas adquiriram tal abrangência no mundo contemporâneo que são utilizadas, em qualquer sistema econômico ou social, tanto por empresas comerciais como por instituições sem fins lucrativos; e em campanhas tão díspares como as de vacinação de crianças, realizadas por governos com o objetivo de promover o bem público, e as eleitorais, para "vender" ao eleitor um candidato a cargo eletivo.
Mercadologia, comercialização ou marketing é o conjunto de atividades que visam orientar o fluxo de bens e serviços do local onde são gerados para os consumidores ou usuários. Em sentido mais estrito, é o conjunto de técnicas coordenadas que permitem a uma empresaconhecer o mercado presente e potencial para determinado produto com a finalidade de maximizar o volume de vendas. Nas empresas que trabalham para clientes certos e nos monopólios, a mercadologia tem importância secundária, mas quando a empresa produz para o mercado, precisa prever o que, quando, onde, com que imagem, em que quantidade e a que preço será possível colocar o produto.
A mercadologia utiliza técnicas fundamentadas em estatística, demografia, geopolítica, interpretação da legislação aplicável à área objeto de análise, utilização dos meios de comunicação e econometria. As técnicas mercadológicas são objeto de estudo sistematizado em escolas de comunicação social e reconhecidas como atividade econômica de grande importância no conjunto da economia nacional, tanto pela geração direta de empregos como pela promoção das vendas, que aquecem o consumo e a economia e promovem o desenvolvimento.
Funções da mercadologia.
Destacam-se cinco funções principais dos profissionais de mercadologia:
(1) Gerência de produto, que acompanha o bem ou serviço desde a concepção aos estágios de pesquisa, design, desenvolvimento e fabricação até o lançamento no mercado.
(2) Definição do preço, determinado de acordo com os custos, poder aquisitivo do mercado e preços dos produtos concorrentes.
(3) Distribuição, feita por um ou vários canais, em venda direta ao consumidor ou por intermediários. A distribuição do produto depende de sua natureza e da forma como é feita a venda. Os canais tradicionais de distribuição são o atacado, o varejo e as vendas industriais. A partir da década de 1950, tornaram-se populares as vendas pelo reembolso postal e a mala direta; mais tarde surgiram o telemarketing, as vendas por computador e a formação de grandes cadeias de vendedores autônomos, que adquirem os produtos e as peças publicitárias, cuidam da divulgação e do fechamento de vendas e estabelecem suas próprias margens de lucro, dentro de limites estabelecidos pelo fabricante.
(4) Publicidade, que seleciona as características do bem capazes de atrair o público-alvo e criar na mente do consumidor diferenciações positivas do produto em relação aos concorrentes. Uma das principais técnicas da mercadologia, a publicidade tem o objetivo de criar, desenvolver ou mudar hábitos e necessidades do consumidor.
(5) Vendas, em que se dá o contato direto entre comprador e vendedor. Os fabricantes de bens de consumo em larga escala, embora não vendam diretamente ao consumidor final, costumam empregar um grande número de vendedores para lidar com os intermediários de todo tipo, sejam eles atacadistas ou varejistas. Na venda de bens de capital complexos ou muito caros o papel do vendedor é crucial.
Com o aumento do número de concorrentes em quase todos os ramos de negócios, o campo de atuação da mercadologia passou a incluir funções como serviços de atendimento ao cliente e comunicações com o consumidor. Em algumas empresas, a diretoria de marketing detém poder decisório sobre áreas as mais diversificadas, como programação visual e embalagem, preço, distribuição, relações públicas e pesquisa e desenvolvimento de produtos novos.
Objetos de estudo da mercadologia.
Para formular sua política de vendas, a empresa precisa analisar previamente algumas questões fundamentais:
(1) Conhecimento dos mercados atuais e seu possível desenvolvimento. Para chegar a esse conhecimento, a empresa promove a segmentação do mercado servindo-se de estatísticas oficiais disponíveis, informações obtidas por suas redes comerciais e pesquisas realizadas expressamente para essa finalidade. Os tipos mais comuns de segmentação são por nível econômico regional e por grupos sociais e demográficos.
(2) Capacidade aquisitiva e preferências dos possíveis clientes. Mediante pesquisas, entrevistas pessoais, observação direta e experimentação, determina-se a disposição da clientela em relação aos produtos (em fabricação ou em projeto) da empresa. Levam-se em conta nessa investigação as faixas de renda, o poder aquisitivo do mercado potencial, os gostos e preferências dos possíveis compradores, com atenção especial a características comoeducação, sexo, idade etc. e a possibilidade de influir na mudança de hábitos ou na criação de novos hábitos com vistas ao consumo de determinado produto. Numa área mais especializada atua a pesquisa motivacional, que relaciona os motivos que levam o consumidor a preferir subconscientemente um produto dado. Essas informações condicionam e completam a análise do produto e dão a conhecer as características que deverá ter para satisfazer o consumidor.
(3) Determinação das condições que o produto deve reunir. Em mercadologia, produto é tudo aquilo que pode satisfazer uma necessidade e, portanto, ser vendido. Na investigação estudam-se todas as características do produto: a impressão geral que ele causa; a imagem, fundada em seu conhecimento e prestígio; o conjunto de funções (técnicas ou de prestígio para o usuário) que ele cumpre; a possibilidade de modificação de sua funcionalidade para melhor adaptar-se ao mercado; a relação entre a funcionalidade e preço final.
A pesquisa de mercado fornece também às empresas informações sobre as possibilidades dos produtos ou serviços em relação aos concorrentes; compara o produto da empresa com outros similares da concorrência e atribui peso relativo às características que são objeto de estudo e que se referem, normalmente, a marca, apresentação, qualidades funcionais e técnicas, métodos de venda, reclamações do cliente em relação à idoneidade do produto, atendimento ao cliente e preço e condições de pagamento. Se, em conseqüência dessa comparação, o produto de uma empresa alcançar uma valorização maior em relação a outro similar de outra empresa, a primeira estará em melhores condições para a promoção do seu produto, enquanto a segunda deverá corrigir aquelas características nas quais seu produto se mostrou inferior.
(4) Estudo da concorrência. Para uma gestão comercial adequada, não é suficiente a comparação entre os produtos da empresa e os da concorrência. É preciso também conhecer esses produtos, os métodos publicitários utilizados, a organização de vendas, a influência da publicidade ou do produto sobre o público e as razões dessa influência.
(5) Investigação da demanda. Os resultados obtidos nos pontos anteriores permitem quantificar a demanda possível e sua elasticidade, ou seja, a resposta do mercado às possíveis variações no preço (um artigo é muito elástico quando uma pequena variação no preço acarreta uma variação relativamente maior da quantidade demandada).
(6) Propostas de atuação. À luz das informações obtidas, a equipe responsável pelo estudo mercadológico deve elaborar um leque de sugestões de ações capazes de atrair os clientes das empresas competidoras, conseguir a expansão dos mercados já existentes e criar novos mercados, tanto para a venda de produtos já conhecidos quanto de novos produtos.


Até a próxima, 

quinta-feira, 17 de março de 2011

ETIQUETA CORPORATIVA: SUA POSTURA É SUA MARCA REGISTRADA


Olá pessoal,
Lembre-se, seu nome, sua postura profissional vai acompanha-lo por toda a sua vida.
Colegas, ex-empregadores, executivos irão lembrar-se de voce não pelos seus olhos, sua beleza física, etc, mas irão lembrar principalmente de sua postura e competencia.


Faz bastante tempo que as regras de etiqueta deixaram de figurar apenas como “bons modos” em eventos sociais. As noções de etiqueta ultrapassaram a fronteira dos protocolos e cerimoniais e atualmente a etiqueta corporativa, junta-se ao profissionalismo visando facilitar a convivencia dos bons profissionais e relacionamentos corporativos.


No mundo moderno é imprescindível que as pessoas tenham o bom senso de avaliar as normas de etiquetas como uma questão básica de educação e boa conduta, as quais atuam como norteador em todas às situações, seja no âmbito social ou profissional.



Ser descortês, falar alto demais, beber além da conta, fazer do celular um instrumento de tortura ao próximo, exagerar na excentricidade, privilegiar somente a si mesmo, ignorar a percepção do outro, pode comprometer sua imagem pessoal e profissional e trazer consequências danosas à sua credibilidade.



Mas, tudo depende única e exclusivamente do comprometimento de cada um no que tange à sua evolução. Portanto, fique atento aos apelos da civilidade e garanta seu diferencial competitivo no mercado de trabalho, lembrando-se que: as boas maneiras nunca saem de moda e o comportamento certo pautará o sucesso de suas empreitadas.



“Pesquisas (Gaertner e Sensus)  revelam que 87% das empresas demitem por problemas de conduta, pois não querem ter sua imagem abalada por posturas inadequadas.”



Os mesmos propósitos da etiqueta social pautam as normas de conduta na etiqueta corporativa. Nas organizações a adoção dessas normas tem como finalidade informar e capacitar os profissionais para que possam alcançar a excelência nas suas relações interpessoais, favorecendo o processo de interação na empresa. Quanto melhor o clima no ambiente de trabalho, maior a produtividade das equipes.



As regras da etiqueta corporativa são primordiais para garantia do respeito mútuo e adequação de postura nas empresas. Critérios de avaliação do marketing pessoal como conduta profissional, desenvoltura, interação, forma de comunicação, poder de persuasão e espírito de equipe e liderança transitam pela esfera da etiqueta corporativa e atuam como pré-requisitos básicos na seleção de profissionais qualificados. Atualmente, vivenciamos um processo de reconhecimento das habilidades sociais, além das qualificações técnicas, enquanto diferencial competitivo no mercado de trabalho. Como disse o pesquisador Karl Albrecht: “A civilidade, é a única saída para a sobrevivência da espécie humana”.



No universo corporativo não há mais espaço para profissionais que galgam cabeças e se negam a incluir a perspectiva do outro na sua realidade. Conceitos como cordialidade, respeito, humildade, nobreza, acolhimento e responsabilidade socioambiental são cada vez mais recorrentes nas pautas de negociação em busca do novo perfil profissional proposto pelas empresas. Afinal, do que adianta ser bem formado se não for civilizado, se não incluir o outro em sua ótica, se não respeitar o outro?

Nos próximos posts, vamos falar de 10 ítens fundamentais da "etiqueta corporativa", que vão ajudar no seu relacionamento interpessoal, tanto para a condução dos negócios como para a criação de um excelente networking e reconhecimento de sua principal marca: seu nome.

Finalizando, use e abuse a vontade das tres palavrinhas mágicas: Por favor, com licença e obrigado.
Estas acompanhadas sempre de um sorriso, abrem mil portas e ajudam no seu relacionamento.

Abraços, até a próxima,

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Gestão de Riscos - Que bicho é esse?

À medida em que os negócios e até mesmo seus clientes vêem crescer dia após dia sua dependência em relação à internet e aos sistemas de TI, os riscos de infraestrutura tornam-se mais visíveis e significantes. Violações ou falhas em sistemas de informação causam sérias crises de negócio - danos à reputação causados por roubo de identidade, vazamento de informações confidenciais em função de falhas de sistemas e o surgimento de restrições regulatórias em função da procura por conformidade.


Recentes manchetes em publicações de áreas diversas destacaram com grande ênfase numerosos problemas relacionados aos riscos tecnológicos: roubos de mídias de backup, processos litigiosos resultantes da produção e/ou preservação imprópria de registros eletrônicos, roubo de identidade e quebras de propriedades intelectuais.

Hoje é facilmente perceptível entender porque os quadros executivos das corporações mundiais buscam incansávelmente respostas para a pergunta: Como mitigar dramáticamente os riscos e melhorar o retorno sobre os investimentos em sistemas de informação?

Enquanto disciplina, a Gestão de Riscos de TI, é bastante nova. No passado, os riscos associados à TI estavam limitados a aspectos como segurança e continuidade dos negócios. Hoje, o conceito sobre riscos de TI evoluiu e tornou-se clara a visão de que os riscos de TI não são unidimensionais. Um completo programa de gestão de riscos de TI avalia os riscos relativos à segurança e disponibilidade de dados, disponibilidade integral e performance dos ativos de informação e a conformidade com exigências regulatórias ou legais.

Ao considerar cada uma das seguintes categorias de riscos de TI, pode-se criar para os negócios uma estrutura mais completa de combate aos riscos apresentados.

Segurança: São os riscos relativos às ameças internas ou externas que podem resultar em acessos não autorizados à alguma informação. Incluem-se aqui os riscos relativos ao vazamento de dados, privacidade de dados e fraudes. Inclui-se aqui também uma ampla gama de ameaças externas como ataque por vírus, bem como ataques bem objetivos à aplicações, usuários e informações específicas - ataque a sistemas que as pessoas confiam e utilizam diáriamente.

Disponibilidade: Trata-se do risco de uma informação apresentar-se inacessível devido a interrupções não planejadas em sistemas. As organizações têm a responsabilidade de manter seus sistemas de negócio operacionais. Como resultado, elas precisam reduzir os riscos de perda ou corrupção de dados e de indisponibilidade de aplicações. E, no caso de uma falha, os negócios devem ser recuperados em um prazo adequado.


Performance: É o risco de uma informação apresentar-se inacessível devido a limitações de escalabilidade ou gargalos relativos à comunicação de dados. Os negócios precisam garantir os requerimentos de volume e performance - mesmo durante momentos de pico. Aspectos relativos à performance devem ser identificados proativamente, antes que os usuários finais ou aplicações sejam impactados. E, para minimizar os custos, as organizações precisam otimizar seus recursos e evitar gastos desnecessários em hardware.


Conformidade: É o risco de violação de exigências regulatórias ou de falha no alcance de requerimentos de políticas internas. As empresas precisam apresentar conformidade a regulações dos mais diversos níveis (federais, estaduais) como SOX e ISO 9000. As organizações precisam preservar informações e prover um eficiente sistema de busca e recuperação de conteúdo quando requerido (principalmente em e-mails). Em adição, os empregados devem ser responsáveis pela observação das melhores práticas e políticas internas para garantir mais eficiência à operação dos negócios

O interrelacionamento entre estes tipos de riscos da TI vem aumentando significativamente. Ampliar seus conhecimentos e priorizá-los é um importante passo inicial no estabelecimento de um efetivo programa de gestão de riscos da TI.

 Um grande abraço

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Congresso Nacional de Bioenergia - 2009




Nessa oportunidade, participamos como    palestrante convidado     no Congresso Nacional de Bioenergia com o tema "Comunicações Unificadas no Setor Sucroalcooleiro"


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Fotos "Semana Academica da FAIMI



Palestrante na Semana Academica de Tecnologia da FAIMI com o tema "Tendências de negócios em TI para 2010".

terça-feira, 27 de abril de 2010

Liderança


Ola pessoal,

Sinto dizer, mas o assunto "liderança" jamais vai ser esgotado. Infelizmente, é mais ou menos como futebol, todos tem um pitaco a dar.
Peter Drucker em um de seus comentários sobre liderança disse o seguinte:

"Líderes bem sucedidos não perguntam "O que quero fazer?" Eles perguntam: "O que precisa ser feito?" E, então, perguntam: “De todas as coisas que realmente fazem a diferença, o que, concretamente, eu sou capaz de fazer?”

Eles não se metem a fazer coisas que não sabem ou nas quais não são bons. Certificam-se das necessidades e das coisas a serem feitas, mas não por eles. Eles não têm medo da superioridade alheia. Andrew Carnegie queria ter como epitáfio em seu túmulo a seguinte frase: “Aqui jaz um homem que era capaz de atrair pessoas melhores que ele próprio para trabalhar”.

Essa é uma pequena amostra de um dos longos estudos de Drucker sobre administração na qual compartilhamos totalmente.

Você já deve ter lido ou ouvido N listas de como ser um bom líder nos cursos de MBA, nos coachings, em artigos e fóruns na internet, nos livros, ou seja, em todo o tipo de mídia, então "todos sabem" como é o perfil de um líder, então, o que podemos acrescentar aqui na discussão?

Vamos tentar responder isso daqui a pouco, mas primeiro, vamos dar uma olhada, nessa lista de requisito para a competência de um líder: liderança em primeiro lugar, espirito de equipe e ser colaborativo, ser um exemplo moral, ser assertivo, ter uma visão macro do projeto, ou produto, ser mestre no relacionamento, motivador, sendo mestre no relacionamento: saber lidar com egos e melindres e lapidar uma equipe coesa e focada, etc...

Palavras como "liderança", "sustentabilidade", são tão massacradas que acabam se tornando clichês, mas, seguindo o exemplo do mestre Drucker e utilizando a citação acima, vamos entender oque realmente é um grande líder, será que em poucas palavras vamos conseguir sintetizar todas as capacidades listadas acima?

Olhemos para os grandes líderes da história, oque será que eles tinham em comum?
Pense em Dalai Lama, Martin Luther King, pense em Mahatma Ghandi, Malcom X, John Kennedy, Jesus, Buda, Zumbi dos Palmares, Steve Jobs, Bill Gates, Akio Morita...

Nessa pequena lista que montamos agora, podemos dizer o seguinte, todos tinham muitas coisas em comum, mas também todos tinham suas personalidades e também divergencias entre personalidades.

Por exemplo, qualquer adulto no mundo atual conhece Steve Jobs e sabe que ele é o mega-empreendedor, o visionário, o mago por trás do nascimento e do espiríto inovador da Apple, mas quem leu sua biografia sabe o grande carrasco que ele foi principalmente em retorno para a Apple, depois de muitas idas e vindas e sua saída da mesma Apple, ou seja, ser um carrasco é um aspecto da liderança?

Malcom X era a favor da radicalização no confronto entre os panteras negras e os brancos em sua luta por direitos iguais, ou seja, um confronto físico, a luta a qualquer custo, comprometendo até integridade física é um dos aspectos da liderança?

Oque todos esses líderes tinham em comum é que sabiam exatamente o que queriam, estavam focados, sabendo exatamente o que queriam e acreditando nessa visão, tinham o poder de esclarecer, de orientar e guiar todo um grupo que passava a partilhar de seus ideais. Outro ponto que vejo comum a todos é a tamanha lucidez, tamanha visão os encorajava a enfrentar qualquer dificuldade, e essa coragem os tornava grandes, carismáticos e esse brilho tinha o poder de agregar e liderar todo um grupo, toda uma comunidade, toda uma empresa, todo um negócio, todo um país.

O que queremos dizer é exatamente o seguinte: considerando a indivualidade de todos, considerando as individualidades das empresas, dos profissionais e de todas as situações.
Há uma lista, do básico para ser um bom líder, que é mais ou menos a que citamos acima, mas há algo comum a todos os líderes que é acreditar com o coração no projeto, no negócio, na situação em que ele está envolvido, acreditando cegamente nessa visão, ter a capacidade de mostrar aos outros sua visão, ter um espírito extremamente agregador, e sobretudo não querer holofotes, não ter a preocupação em ser o centro das atenções, o bom líder não é muitas vezes especialista em nenhuma das capacidades dos seus liderados, sua especialidade é acreditar de coração e alma em sua visão, em seu projeto, sua especialidade é ter um olhar macro sobre toda a situação e saber como motivar a todos.

Então não existe fórmula mágica, pois há situações e situações, cada empresa tem sua particularidade, cada profissional é um ser totalmente individual no universo, cada projeto tem suas particularidades, todas as empresas tem seus erros, sucessos, vícios, hábitos, processos e seres humanos, e para cada situação o líder com sua experiencia e sabedoria vai ter que analisar todos os ítens acima e ter o seu "plano para liderar o grupo ou projeto".

Uma particularidade, vejo como comum a todos os líderes "a fé inabalável em sua visão". Pense nisso.

Mais um detalhe: "O monge e o executivo", está a pelo menos um ano na lista dos livros mais vendidos, aceite uma recomendação minha, não leia, é uma droga, é uma auto-ajuda barata para executivos, mal escrito, mal estruturado, ou seja ruim mesmo.
Quer ler algo bom, motivador, vá direto aos grandes mestres como Drucker, Adam Smith, C. K. Prahalad, Frederick Herzberg, Henry Mintzberg, Henri Fayol, Ikujiro Nonaka, Max Weber, Michael Porter, Sumantra Ghoshal, Theodore Levitt,etc...
e esqueça essa auto-ajuda barata que as editoras em sua sede de dinheiro e péssimo senso de qualidade empurram a nós consumidores.

Até mais,